No universo equestre, já percebi como a gestão das ferraduras influencia diretamente a saúde, o desempenho e até o comportamento dos cavalos. Em especial quando se administra uma hípica ou centro equestre, a rotina envolve muitos detalhes, mas o cuidado com cascos e ferraduras está sempre no topo das prioridades. O Equites, por exemplo, foi desenvolvido para ajudar os gestores a manterem o controle dessa e de outras tarefas do cotidiano. Neste artigo, quero apresentar um olhar prático sobre a gestão de ferraduras, construindo um calendário eficiente e aplicando dicas valiosas tanto para novatos quanto para profissionais experientes.
Por que a gestão de ferraduras é indispensável
Quem já acompanhou a rotina de um cavalo sabe a diferença que faz ter um casco bem cuidado. Em minhas pesquisas e no acompanhamento diário, vejo que um erro simples pode gerar dor, claudicação e até afetar o comportamento do animal. De acordo com o Manual de Boas Práticas em Equideocultura, o manejo correto dos cascos é diretamente relacionado ao bem-estar dos equinos, prevenindo problemas locomotores e aumentando a longevidade dos animais.
Cascos saudáveis são a base de um cavalo feliz e produtivo.
Gerenciar ferraduras vai além do simples agendamento. É preciso entender o ciclo de crescimento do casco, as atividades do animal e o ambiente em que ele vive. Isso exige disciplina e algum conhecimento técnico, mas felizmente, hoje temos recursos para tornar essa missão simples e organizada.
Como construir um calendário eficiente
Organizar o calendário de ferraduras pode parecer um desafio à primeira vista, mas comecei a enxergar a importância desse cuidado quando presenciei um animal perder rendimento por causa de um atraso na troca da ferradura. No início, confesso, usava lembretes improvisados. Só mais tarde, com a chegada de plataformas como o Equites, descobri como é prático centralizar essa rotina junto com as demais tarefas da hípica.
Passos para criar um calendário de ferraduras
O calendário ideal não se resume à marcação de datas. O segredo está em personalizar e integrar informações relevantes:
- Identifique os animais individualmente. Cada cavalo pode ter um histórico, crescimento de casco e atividades diferentes.
- Anote o último casqueamento/ferrageamento. Manter histórico evita esquecimentos e facilita ajustes futuros.
- Considere o tipo de uso do cavalo. Animais de competição, passeio ou terapêuticos podem exigir intervalos variados.
- Programe lembretes automáticos. Ferramentas digitais como o Equites enviam notificações para que nada passe despercebido.
- Integre as informações ao controle veterinário. Assim, qualquer alteração ou recomendação médica já fica registrada.
Já vi em cursos de especialização, como os oferecidos por centros reconhecidos (exemplo do IFRS), que o simples acompanhamento do histórico de casqueamento e ferrageamento reduz consideravelmente a incidência de problemas ortopédicos em equinos.

Dicas práticas para o dia a dia
Na prática, nem sempre tudo sai como planejado. Já enfrentei semanas em que o ferrador estava indisponível ou chuvas mudavam o solo e aceleravam o desgaste das ferraduras. Aprendi a adotar algumas dicas que facilitam muito a rotina e ajudam a evitar surpresas desagradáveis.
Cuidados básicos para prolongar a vida das ferraduras
- Verifique diariamente o estado das ferraduras e cascos, mesmo que rapidamente ao alimentar os cavalos.
- Mantenha o ambiente limpo e seco o máximo possível para evitar umidade excessiva, que favorece infecções.
- Busque ferradores qualificados e mantenha um relacionamento de confiança.
- Registre intervenções, trocas e observações, seja em planilhas ou, de preferência, sistemas digitais modernos como o Equites.
- Lembre-se: cada cavalo responde de maneira distinta a tipos de ferraduras, então ajuste sempre que necessário, ouvindo o profissional especializado.
Outra dica prática é investir em ações preventivas e não apenas corretivas. Isso inclui pequenos reparos emergenciais e uma atenção especial ao casco após exercícios ou provas, quando há risco maior de deslocamento ou danos.
Como lidar com imprevistos?
Se algo fugir do calendário, minha experiência mostra que o melhor é agir rapidamente, evitando improvisos arriscados. Ferraduras soltas, tortas ou quebradas não devem esperar. Mantenha o contato fácil com o ferrador e sempre registre qualquer incidente. A praticidade de notificações automáticas das plataformas digitais realmente faz a diferença nesses momentos.
Periodização: quanto tempo entre as trocas?
Sempre que um novo cavalo chega à hípica, a dúvida surge: de quanto em quanto tempo a ferradura deve ser trocada? O consenso entre profissionais, segundo as orientações do Ministério da Agricultura em seus materiais sobre boas práticas em equideocultura, é observar o crescimento natural do casco, que costuma ser de quatro a seis semanas para a maioria dos animais.
No entanto, essa frequência varia conforme:
- Idade e metabolismo do cavalo
- Tipo de solo e ambiente
- Nível de atividade
- Saúde geral do casco
Muitos gestores cometem o erro de adotar um padrão fixo, mas o acompanhamento individualizado garante resultados muito mais seguros e efetivos.

Gestão digital: integrando rotina e tecnologia
Com o avanço das ferramentas digitais, minha rotina ganhou muito em agilidade e segurança. Com o Equites, por exemplo, registro trocas de ferraduras, histórico veterinário, agendo lembretes e integro informações dos profissionais que atuam na equipe. Isso reduz esquecimentos e melhora a tomada de decisão.
Não adianta apenas anotar datas; é importante padronizar informações, facilitar o acesso remoto (via celular ou tablet) e manter todos os envolvidos informados. A digitalização dessas informações aproxima o gestor do bem-estar dos animais em tempo real.
Melhorando a saúde e bem-estar dos cavalos
Em um ambiente bem administrado, cavalos saudávels refletem uma gestão eficiente. Já testemunhei casos de cavalos que recuperaram totalmente o desempenho graças a pequenas mudanças na rotina de ferrageamento. O registro e acompanhamento correto, além de garantir conforto e saúde aos animais, resultam em confiança dos clientes e maior credibilidade para o centro equestre.
Conclusão
Sei por experiência que a gestão das ferraduras está muito além do simples corte ou troca ocasional. Ela começa com o olhar atento, passa pela organização cuidadosa e culmina no uso de ferramentas certas, como as que o Equites oferece. Se você quer transformar a rotina da sua hípica, alinhar o bem-estar dos cavalos e garantir resultados mais profissionais, convido: descubra o Equites, experimente as funcionalidades e veja como digitalizar sua gestão pode ser simples e intuitivo. Equite-se agora mesmo.
Perguntas frequentes
O que é gestão de ferraduras?
Gestão de ferraduras consiste em planejar, registrar e acompanhar todas as ações relacionadas ao casqueamento e ferrageamento dos cavalos, visando a saúde, o desempenho e o bem-estar dos animais. Inclui desde o controle de datas até o uso de profissionais especializados, registros detalhados e integração com outras rotinas do centro equestre.
Como montar um calendário de ferraduras?
Para montar um calendário de ferraduras, recomendo identificar cada cavalo, registrar o último serviço realizado, determinar a frequência ideal de acordo com o uso, integrar lembretes automáticos e manter registro das ações em ferramentas digitais, como o Equites.
Quais são as melhores dicas práticas?
Observe diariamente as ferraduras, mantenha o ambiente sempre limpo e seco, contrate profissionais qualificados, registre todas as ações e intervenções, e personalize os cuidados conforme o histórico de cada cavalo. Investir na prevenção e agir rapidamente diante de imprevistos são práticas essenciais para não comprometer a saúde dos animais.
Com que frequência trocar as ferraduras?
A maioria dos cavalos precisa de troca ou ajustes a cada 4 a 6 semanas, mas isso depende do crescimento do casco, tipo de solo, nível de atividade e histórico individual. Acompanhar cada caso é sempre o caminho mais seguro.
Onde encontrar bons profissionais para ferraduras?
Procure indicações com veterinários, criadores e centros equestres. Participar de cursos, eventos e buscar profissionais certificados faz diferença. Cursos como os promovidos por instituições sérias, além de referências recebidas na própria comunidade equestre, são pontos de partida confiáveis.
